CLAREAMENTO DENTAL A LASER NO CONSULTÓRIO

O clareamento no consultório é uma boa opção para quem necessita de um resultado rápido e efetivo. No sistema de branqueamento dos dentes a laser, a luz do laser ativa os cristais dentro do gel de branqueamento. O gel de clareamento no consultório é à base de peróxido de hidrogênio e possui um grande poder clareador. O Laser ajudará na diminuição da sensibilidade pelo seu efeito terapêutico e clareamentos como o Zoom possui uma formulação exclusiva de clareador na qual além de diminuir a sensibilidade reforça a camada superficial e fortalece os minerais dos dentes. Existem ainda clareadores que são autocatalizados que dispensam o uso de luz de ativação e do laser para a sensibilidade. Para que o procedimento seja realizado de forma segura precisa ser aplicado aos dentes pelo dentista após as gengivas terem sido protegidas pois este gel pode causar queimaduras. Durante o tratamento o dentista acompanha e observa as reações causadas no paciente, tanto no que diz respeito à eficácia, como ao grau de sensibilidade.

COMO FUNCIONA O CLAREAMENTO A LASER?

O clareamento na verdade é uma reação química. As substâncias vão liberar oxigênio, que é um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxigênio penetra na intimidade do esmalte do dente e quebra a cadeia de pigmentos em pequenas moléculas que são eliminadas por processo de difusão, isto é uma reação química de oxidação que converte os pigmentos em dióxido de carbono e água. O dente é permeável e o efeito é cumulativo, portanto a cada seção o dente vai clareando cada vez mais até eliminar toda pigmentação.

MITOS E VERDADES SOBRE O CLAREAMENTO DENTAL

Não. Não existe consenso na literatura científica odontológica que comprove uma maior eficiência da técnica de clareamento dental com laser sobre a técnica de clareamento caseiro ou mesmo sobre a técnica de clareamento feita em consultório. A efetividade do laser se daria pela ação do mesmo sobre o gel clareador e não sobre os dentes, aumentando a velocidade do gel porém sem aumentar a efetividade do resultado.

Sim. As substâncias que possuem um grande potencial de manchamento podem ser consumidas durante o período de tratamento, porém os resultados podem demorar mais a aparecer. A recomendação para um correto clareamento dental ainda é evitar o uso dessas substâncias para eliminar o risco de um tratamento indefinidamente demorado.

Não. Algumas pesquisas científicas indicam que ocorrem alterações da camada mais superficial do esmalte dentário durante o tratamento de clareamento dental, essas alterações, no entanto, não são expressivas a ponto de contraindicar o tratamento de clareamento dentário visto que a camada modificada é bastante fina e repara-se sozinha com o passar dos dias.

Um protocolo de atendimento clínico pode eliminar os riscos do clareamento dentário.

Depende. O clareamento dentário é um procedimento estético com a função de clarear o esmalte dentário, que é a camada mais dura e superficial dos dentes. O grau de clareamento depende do tom de origem do dente. Quanto mais escuro maior a dificuldade para se clarear, sendo interessante a utilização da técnica combinada, realizando algumas sessões no consultórios e as moldeiras em casa para um resultado mais rápido e efetivo.

Não. As restaurações em resina (compósito) não sofrem a ação do gel utilizado para o clareamento dental, seja ele caseiro ou em consultório, permanecendo com a mesma coloração anterior ao tratamento dentário. Após o clareamento as restaurações dos dentes anteriores precisam ser substituídas.

Não. O clareamento dental não traz riscos à estrutura dos dentes, mesmo aqueles que possuem extensas restaurações. O enfraquecimento do dente após o clareamento, realmente, não passa de mito.

Verdade. A gengivite é uma inflamação marginal da gengiva causada pela presença de placa bacteriana e que, se não tratada, pode evoluir para a periodontite, uma forma mais destrutiva de gengivite que pode levar a perda de um ou mais dentes. Quando o paciente tem gengivite a ação dessas substâncias podem provocar extensos sangramentos e episódios doloridos mais intensos. É por isso que clarear os dentes com a presença de gengivite ou periodontite é um risco à saúde gengival do paciente.

Não. Existem diversas marcas de clareadores no mercado e elas não são iguais, cada uma tem suas características e concentrações e nem todas possuem a mesma qualidade. Nem todos os pacientes devem usar o mesmo clareador, é importante que um especialista faça a escolha correta do clareador e da técnica a ser utilizada dependendo da coloração do dente e o grau de sensibilidade do paciente. A utilização de fitas clareadoras pode clarear de forma desigual, clareando somente a parte central e deixando enter os dentes mais escuros.

Não. Os dentes nem sempre clareiam de forma uniforme e é necessário a visão técnica do profissional para orientar a melhor forma de conduzir o tratamento para que no final os dentes fiquem todos no mesmo tom, principalmente quando existe um dente mais escurecido por tratamento de canal ou trauma.

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